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Mercado de aços: Produção alavanca economia no Brasil



Durante dois anos o mercado de aços sofreu diversas oscilações, marcada por seus altos e baixos, causadas pela pandemia do coronavírus.


Porém, depois de uma possível estabilização de setores que impulsionam essa indústria, a realidade começou a mudar e as projeções se tornaram mais otimistas.


Diante disso, ter um panorama de como o mercado se comportou nos últimos meses e quais as suas tendências para o futuro acaba se tornando fundamental.


Principalmente se você pretende realizar algum tipo de projeto que envolva aço, estar por dentro das projeções desse mercado pode te ajudar a decidir o momento ideal de compra.

Então, para ficar por dentro do assunto e dos principais indicadores, acompanhe o texto até o final!



Projeções de crescimento no mercado de aços


De acordo com o Instituto do Aço Brasil, a expectativa é que veremos um crescimento de 2,5% em vendas internas do produto e um aumento de até 2,2% na produção até o final do ano de 2022.


O número é semelhante ao crescimento mundial apresentado pela World Steel Association (2,2%) e também pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), que estima que as vendas cresçam 3%.


Além disso, outros indicadores preveem um aumento de 1,5% das exportações, enquanto as importações devem passar por uma queda de 12%.



Desempenho trimestral do setor


Na contramão dos dados apresentados acima, o resultado do primeiro trimestre não foi dos melhores.


Se comparado aos três primeiros meses de 2021, temos índices negativos:

A produção de aço caiu 2,4%; as vendas internas registraram queda de 19,7%; e o consumo aparente recuou 17,7% no primeiro trimestre do ano.



Impactos da guerra no mercado de aços


Os russos são o quinto maior produtor de aço do mundo e o segundo na oferta de carvão e a Ucrânia a 14ª maior produtora de aço.


Diante disso, a guerra envolvendo os dois países teve impacto direto na cadeia de produção do aço.


Acontece que o preço dos insumos para a produção do material disparou.

Por exemplo, o valor do carvão mineral, que responde por até 50% do custo de produção do aço, subiu 315,8%.


Além disso, o ferro-gusa subiu 218,7% e a sucata teve alta de 158,7%.



Alta do preço reflete na construção civil


A Câmara Brasileira da Indústria da Construção informou que o mercado imobiliário brasileiro apresentou queda de 42,5% no número de lançamentos no primeiro trimestre de 2022, na comparação com o quarto trimestre de 2021.


De acordo com o presidente da CBIC, José Carlos Martins, o aço foi o material que mais impactou no aumento total do custo das obras. Ele citou o exemplo de construção de uma ponte, que teve alta nos custos do material utilizado de cerca de 73% no período de julho de 2020 a julho de 2021.


Além disso, ele afirma que a redução na alíquota de importação do insumo diminuiu um pouco a pressão no aumento de custo. No entanto, ainda há necessidade de debater a estabilização dos preços com a cadeia de produção.



Estabilização do mercado


Diante de todos os dados que vimos acima, uma coisa é certa: mesmo com toda a oscilação do mercado, a expectativa continua sendo positiva.


Fatores como a guerra acabaram impactando diretamente no custo e produção do material, mas o cenário vem sendo revertido dia após dia.


Por isso, se você pretende adquirir aços para o seu projeto e/ou estrutura, conte com uma parceira de confiança para te orientar e te mostrar o caminho ideal no momento da aquisição.


Esse é o caso da Brasil Aços, especialista no setor há mais de 17 anos.


Além de ter a confiança de contar com uma empresa referência no mercado, você constará com o apoio dos nossos especialistas, que vão te guiar em todo o processo de compra, garantindo que você está levando o equipamento ideal para a sua necessidade e, principalmente, no momento certo.


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